Elite ERO-2006S Manual de usuario

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UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA DAIANA FABIANI DE OLIVEIRA ANÁLISE DAS PRODUÇÕES BIBLIOGRÁFICAS SOBRE TRABALHO INFANTIL E EDUCAÇÃO NO PERÍODO

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“[...] quem faz, faz. Quem faz, cria, pelo fato de fazer, um certo saber tipo de saber. Primeiro porque fez, e se

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98 aprendizagem acarretando no aumento do número de reprovações e baixo nível de escolaridade. A propósito, Kassouf e Santos (2010) ressaltam que alé

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99 infraestrutura, existência de classes multisseriada, falta de qualificação dos professores, dentre outros. Nesse sentido, Ferreira (2002) aponta o

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100 desempenho escolar, limitando as futuras oportunidades de emprego e baixa remuneração, mantendo o ciclo da pobreza. Mas, apresenta um questioname

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101 autonomia dos educandos, os mesmos não são vistos como protagonistas nesse espaço institucional. Em adição, os autores ressaltam que a constituiç

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102 Com relação às famílias percebemos a exploração transgeracional como um dos fatores determinantes do trabalho infantil, ou seja, o trabalho passa

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103 em atividades laborais e a saída desses para a rua. De acordo com as autoras, os pais que tiveram uma escolarização precária e repleta de dificul

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104 mesma situação no futuro, ocasionando a perpetuação de um ciclo de mão de obra desqualificada. Entretanto, Cacciamali e Tatei (2008) concluíram q

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105 liberação dos adultos para execução de outros trabalhos, prevenção contra a marginalidade e obtenção de objetos pessoais. Os mesmos não considera

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106 Para algumas crianças e adolescentes pesquisadas por Lima, Ribeiro e Andrade (2011) numa cidade do interior de São Paulo a escola era vista como

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107 essa experiência danosa. O estudo de Sartori e Garcia (2012) com crianças e adolescentes trabalhadoras e seus familiares na cidade de Campinas –

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RESUMO O presente estudo “Análise das Produções Bibliográficas sobre Trabalho Infantil e Educação no período de 2002 a 2012” está vinculado à linha

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108 O estudo de Oliveira e Francischini (2009) com crianças que desenvolviam atividades no processo de beneficiamento da castanha de caju (não foi en

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109 pesquisado é o primeiro passo para entender e compreender o contexto ao qual está inserido. De acordo com Alberto et al. (2012) o ato de “dar voz

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110 disso, as dificuldades em relação à estrutura escolar tais como brigas com colegas e professores foram apontados como um dos motivos que contribu

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111 4.2.2.5. A Jornada Ampliada do PETI e sua relação com a escola. A Jornada Ampliada faz parte do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil e t

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112 Na opinião de Ferreira (2002) apesar das dificuldades existentes no programa como articulação entre o ensino regular e a jornada ampliada, proble

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113 Certamente essas dificuldades e contradições da Jornada Ampliada e do ensino regular reforçam a ideia de que temos que refletir sobre as process

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114 A pesquisa realizada por Cardoso e Souza (2011) na comunidade rural de Matá (comunidade de pescadores da Amazônia) demonstrou que o trabalho real

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115 impotentes diante das más experiências e condições escolares, estavam totalmente descrentes em alcançar um melhor nível de escolaridade que lhes

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116 4.2.2.7 Perspectiva freiriana na educação de crianças e adolescentes trabalhadoras. Inicialmente não imaginávamos encontrar artigos com pesquis

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117 perspectiva da educação problematizadora e libertadora, todos os sujeitos dessa ação estavam envolvidos no ato de conhecimento. Os graduandos do

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ABSTRACT This study "Analysis of Bibliographic Productions on Child Labour and Education in the period 2002-2012" is linked to the search

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118 Os autores descrevem no artigo esse processo de intervenção com mais detalhes, resumidamente os resultados dessas ações foram nítidas em termos d

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119 CAPÍTULO 5: CONSIDERAÇÕES FINAIS Analisar as questões referentes ao trabalho infantil e educação requerem um olhar multidimensional e com multid

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120 A tabulação dos artigos catalogados nos mostrou que o ano 2010 foi o que mais obteve publicações envolvendo o tema trabalho infantil e educação,

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121 contradição, a escola pública da maneira em que se encontra faz com que os familiares e trabalhadores infantis desvalorizem ainda mais os estudos

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122 A última categoria apresenta dois artigos que exibem tanto a teoria quanto prática de educação de crianças e adolescentes trabalhadoras na perspe

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123 professor/educador tem um currículo a ser seguido, mas este profissional tem total autonomia para inserir determinados conteúdos a partir dos tem

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124 REFERÊNCIAS ALBERTO, M. F. P.; BORGES, R. S.; PESSOA, M. C. B.; SOUSA, J. M. L.; ARAÚJO, P. F. M.; VAZ, R. O. F.; FARIAS, F. M.; MENDES, L. J. A

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125 BRASIL. Ministério do Trabalho e Emprego. Finalidade do CONAETI. Disponível em: <http://www.mte.gov.br/trab_infantil/finalidade.asp>. Acess

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126 CERVO, A. L; ABERVIAN, P. A. Metodologia científica. São Paulo: Prentice Hall, 2002. DESSEN, M. A.; POLONIA, A. C. A Família e a Escola como con

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127 FERREIRA, R. A. Política educacional e poder local: análise das repercussões do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil na educação de munic

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LISTA DE FIGURAS Figura A - Capítulo 1 "Trabalho Infantil" ...

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128 INVERNIZZI, A.; TOMÉ, S. O trabalho dos adolescentes no Algarve: um estudo sobre as suas motivações, organização familiar e práticas de socializ

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129 MANTOVANI, A. M. Trabalho infantil e desenvolvimento na perspectiva de profissionais da educação e famílias. 2012. Dissertação (Mestrado em Educa

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130 MÉSZÁROS, I. Para além do Capital: rumo a uma teoria da transição. São Paulo: Boitempo, 2011. MINERVINO, C. A. S. M.; DIAS, M. G. B. B.; SILVEIR

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131 PIRES, F. F. Crescendo em Catingueira: criança, família e organização social no semiárido nordestino. Rio de Janeiro: Mana, 18(3), p.539-561, 201

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132 TRIVIÑOS, A. N. S. Introdução à pesquisa em ciências sociais: a pesquisa qualitativa em educação. 1ed. São Paulo: Atlas, 2008. VALE, C. A. do. A

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134 Anexo A: Modelo da Ficha de Leitura TÍTULO: AUTORES: DATA DE PUBLICAÇÃO: NÚMERO DE PÁGINA INICIAL E FINAL: REVISTA: RESUMO: PAL

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135 Anexo B: Lista das piores formas de trabalho infantil LISTA DAS PIORES FORMAS DE TRABALHO INFANTIL (LISTA TIP) I. TRABALHOS PREJUDICIAIS

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136 afins, incluindo limpeza de equipamentos, descontaminação, disposição e retorno de recipientes vazios. respiratória. drogas; cânceres; arritmias

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137 Atividade: PESCA Item Descrição dos Trabalhos Prováveis Riscos Ocupacionais Prováveis Repercussões à Saúde 12. Na cata de iscas aquátic

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LISTA DE TABELAS Tabela 1 - Ano de publicação das dissertações catalogadas ... 85 Tabela 2 - Program

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138 contuso-cortantes, transporte e arrumação de pedras). repetitivos; acidentes com instrumentos pérfuro-cortantes; condições sanitárias precárias;

Pagina 48 - Acessado em 15 julho 2012

139 enclausurados. 24. De douração, prateação, niquelação, galvanoplastia, anodização de alumínio, banhos metálicos ou com desprendimento de fumos

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140 outros bens minerais. poeiras inorgânicas; acidentes com eletricidade. pulmonar; choque elétrico. 32. Na produção de carvão vegetal. Exposiçã

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141 ocupacional e queimaduras. 38. Em matadouros ou abatedouros em geral. Esforços físicos intensos; riscos de acidentes com animais e ferramentas

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142 ocupacionais e irritação da pele e mucosas. 46. Na fabricação de cortiças, cristais, esmaltes, estopas, gesso, louças, vidros ou vernizes. Esf

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143 anemias; conjuntivite. 54. No beneficiamento de madeira. Esforços físicos intensos; exposição à poeira de madeiras; risco de acidentes com máq

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144 demolição. repetitivos. contusões; traumatismos. Atividade: COMÉRCIO (REPARAÇÃO DE VEÍCULOS AUTOMOTORES OBJETOS PESSOAIS E DOMÉSTICOS) Item

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145 vazios. terapêutico. induzida por drogas; cânceres; arritmia cardíaca; leucemias; neurastenia e episódios depressivos. 64. Em contato com anim

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146 confinados e riscos de explosões. salmoneloses; leptospirose e disfunções olfativas. 70. Na coleta, seleção e beneficiamento de lixo. Esforços

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147 Atividade: SERVIÇO DOMÉSTICO Item Descrição dos Trabalhos Prováveis Riscos Ocupacionais Prováveis Repercussões à Saúde 76. Domésticos.

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LISTA DE QUADROS Quadro 1 – Tópicos das atividades consideradas como as piores formas de Trabalho Infantil44 Quadro 2 - Palavras-chave referente à

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148 81. Ao ar livre, sem proteção adequada contra exposição à radiação solar, chuva , frio. Exposição, sem proteção adequada, à radiação solar, ch

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149 88. Com exposição a radiações ionizante e não-ionizantes (microondas, ultravioleta ou laser). Exposição a radiações não-ionizante e ionizante

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LISTA DE SIGLAS BDTD = Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações. BIREME = Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciência

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PCN’s = Parâmetros Curriculares Nacionais PROEX = Pró-reitoria de Extensão Universitária. Scielo = Scientific Electronic Library Online. SUAS = Sis

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SUMÁRIO INTRODUÇÃO ... 17 CAPÍTULO 1: CONTEXTU

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17 INTRODUÇÃO Durante minha graduação no curso de Pedagogia da Faculdade de Ciências e Tecnologia de Presidente Prudente (UNESP) 1 sempre me dedique

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UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA DAIANA FABIANI DE OLIVEIRA ANÁLISE DAS PRODUÇÕES BIBLIOGRÁFICAS SOBRE TRABALHO INFANTIL E EDUCAÇÃO NO PERÍODO D

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18 mestrado e não poderia continuar com a pesquisa. Sendo assim, no ano de 2010 dei prosseguimento às atividades desenvolvidas na referida pesquisa.

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19 educação ou escolarização nos trabalhos científicos brasileiros que envolvem a temática do trabalho infantil?”. Foi então que resolvi realizar ess

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20 que frequentam este ambiente independentemente de suas capacidades físicas, sensoriais, cognitivas, emocionais e sociais. Sendo assim, o intuito d

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21 ano de 2002 houve um aumento no número de beneficiados chegando atender 2.590 municípios em todos os Estados da Federação. Por isso gostaríamos de

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22 atividades sócio-educativas; Participação em programa e projetos de qualificação profissional e de geração de emprego e renda oferecidos. O prazo

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23 decisões que dificultava e limitava as ações; com relação à Jornada Ampliada os desafios eram a falta de transporte, escassez de água, infraestrut

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24 atividade para assegurar sua sobrevivência e também de sua família, mesmo sendo em condições adversas prejudiciais ao seu desenvolvimento e seu fu

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25 graduação em Educação da FCT/UNESP e também a leitura de uma entrevista com o Educador Português José Pacheco da Escola da Ponte, publicada no por

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26 CAPÍTULO 1: CONTEXTUALIZANDO O TRABALHO INFANTIL NO BRASIL Figura A - Capítulo 1 "Trabalho Infantil" Fonte: PAIVA, A. "Trabalho in

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27 Internacional do Trabalho (OIT), aprovada em 17 de junho de 19997. E, destacaremos algumas ações governamentais e não governamentais no combate e

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FICHA CATALOGRÁFICA Oliveira, Daiana Fabiani de. O46a Análise das produções bibliográficas sobre trabalho infantil

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28 Com o surgimento da industrialização aumentou significativamente o número de crianças e adolescentes trabalhadoras tanto na agricultura quanto na

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29 com a doutrina capitalista (acúmulo de capital) a exploração infantil ganhou grandes proporções. A propósito, a partir dessa época ampliaram-se os

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30 médios, também existe o trabalho infanto-juvenil na agricultura, na fabricação de sapatos, nas carvoarias, nos lixões, nos garimpos, na prostituiç

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31 de trabalho” tornou-se uma mercadoria, a sociedade capitalista o transforma em trabalho assalariado, alienado e fetichizado. Não trabalhamos somen

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32 efeitos de suas causas”. “[...] É por isto que a “guerra à pobreza”, tantas vezes anunciada com zelo reformista, especialmente no século XX, é sem

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33 Nesse sentido, a definição ampla do trabalho infantil encontrada principalmente na legislação prejudica a visão da sociedade frente ao trabalho pr

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34 a não frequência escolar. Apoiando, Ferraz e Gomes (2012) assinalam que o trabalho precoce causa riscos à saúde, a educação e ao trabalho futuro.

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35 excludentes que perpetuam a pobreza. Este é um problema social devido à reprodução da estrutura de classes ao qual estamos inseridos (ALVEZ-MAZZOT

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36 É necessária a denúncia da exploração da mão de obra infantil. Apesar disto, precisamos reconhecer que nem toda família explora o trabalho de seus

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37 2006; INVERNIZZI; TOMÉ, 2007; LIBÓRIO, 2009; CARDOSO; SOUZA, 2011; MANTOVANI, 2012; PIRES, 2012). De acordo com Invernizzi e Tomé (2007) os fatore

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38 1.2. Legislação brasileira, ações governamentais e não governamentais no combate ao trabalho infantil. Conforme Lewkowicz, Gutiérrez e Florentino

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39 anos. O trabalho noturno aos menores de 18 anos e o labor em praça pública aos menores de 14 anos estava vedado, devida a tantas objeções presente

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40 somente como aprendiz, com carga horária especial e durante seu aprendizado haveria um profissional instruindo e ensinando o ofício (PORTO; HUZAK;

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41 gerais, Art. 22 de acordo com o ECA cabe aos pais “[...] o dever de sustento, guarda e educação dos filhos menores, cabendo-lhes ainda, no interes

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42 § 2º A remuneração que o adolescente recebe pelo trabalho efetuado ou a participação na venda dos produtos de seu trabalho não desfigura o caráter

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43 trabalho precoce (FEITOSA et al., 2001). De acordo com Carvalho (2010) a comunidade internacional demonstrou preocupação com a situação de explora

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44 200812. A lista oficial está subdividida em 93 itens contendo a descrição dos tipos de trabalho, prováveis riscos ocupacionais e repercussões à sa

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45 Referência Especializado de Assistência Social (CREAS); Conselhos dos Direitos da Criança e do Adolescente (municipais, estaduais e nacional); Gru

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46 visa à retirada de crianças e adolescentes com até 16 anos das práticas de trabalho infantil, exceto na condição de aprendiz a partir de 14 anos.

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47 famílias que recebem benefícios do governo (Bolsa Família) estão marcados por ambiguidades, ao mesmo tempo em que elas reconhecem o benefício como

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DEDICATÓRIA Ao meu pai – Jaciro Fabiani (in memoriam) – que dedicou sua vida aos seus cinco filhos, estudou até a an

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48 importante nesse combate ou erradicação por ser o poder público mais próximo dos pequenos trabalhadores. Os estudos de Alberto et al. (2012) evide

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49 escola mas, ainda trabalham porque o valor do benefício e as ações dos programas não são suficientes para sua efetiva saída do mercado de trabalho

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50 CAPÍTULO 2: EDUCAÇÃO E TRABALHO INFANTIL Figura B - Capítulo 2 "Retrato Escravo" Fonte: RIPPER, J. R.; CARVALHO, S. “Retrato Escravo”.

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51 alguns conflitos presentes na vida do pequeno trabalhador, tais como, abandono escolar, defasagem de aprendizagem, dificuldade de acesso à escola,

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52 Art. 58. No processo educacional respeitar-se-ão os valores culturais, artísticos e históricos próprios do contexto social da criança e do adolesc

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53 VII - valorização do profissional da educação escolar; VIII - gestão democrática do ensino público, na forma desta Lei e da legislação dos sistema

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54 De acordo com Alberto et al. (2011) historicamente a escola esteve a serviço dos interesses políticos e materiais das elites, desconsiderando as n

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55 dado”, não é “fatalismo”, mas sim resultado da desigualdade social construída num determinado tempo e espaço que perdura até os dias de hoje. De

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56 2.2. Ambiente escolar Segundo Dessen e Polonia (2007) o ambiente escolar é um ambiente social por se constituir num contexto diversificado de ap

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57 da coletividade. No ambiente escolar fazemos amigos, inimigos, colegas, nos identificamos com muitas pessoas outras nem tanto, dessa forma, o pens

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AGRADECIMENTOS Esta é mais uma fase superada em minha vida, por isso considero um momento especial, pois na minha família sou a primeira integrante

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58 concretiza nos espaços além da escola e, uma ação pedagógica acontece através da interdisciplinaridade e da transdisciplinaridade, sendo esses doi

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59 do lúdico, desânimo, organização dos espaços escolares, ensino maçante, atrito entre alunos e profissionais da escola, desgaste físico e mental vi

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60 escola conseguem enxergar tais situações? O sistema educacional em nosso país contribui para o aumento desses conflitos? A “bagunça” que alguns al

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61 produções desse educador/autor. Freire (1989) faz reflexões importantíssimas sobre a postura e o trabalho do educador de rua, tal discussão faz se

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62 de educar. Reforçando a ideia de que Educar na sua forma mais autêntica é um “fazer e refazer” constante, pois é fazendo que produzimos experiênci

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63 está além do seu papel. Além disso, a prática do educador necessita ser solidária, comprometida com a convivência participativa e questionadora at

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64 Freire (1989) afirma que todas essas mudanças e aprendizados se dão através da prática, sem ela não haveria transformação. Além disso, a avaliação

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65 exemplo (faço aquilo que falo); risco; aceitação do novo; rejeição a qualquer forma de discriminação; reflexão crítica sobre a prática; reconhecim

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66 CAPÍTULO 3: DELINEAMENTO METODOLÓGICO Neste capítulo delinearemos a metodologia utilizada nesse trabalho elucidando sobre a pesquisa bibliográfic

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67 suas semelhanças e diferenças. “[...] O método comparativo, ao ocupar-se das explicações de fenômenos, permite analisar o dado concreto, deduzindo

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À minha orientadora Renata Maria Coimbra Libório, que com seu carinho, exemplo e dedicação me apoiou para concluir mais essa etapa. Considero uma am

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68 organização dos dados a serem coletados, nela deve-se conter resumo, referência bibliográfica e transcrições de trechos considerados importantes à

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69 (Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações) e Domínio Público, por serem fontes confiáveis e de prestígio científico. Definimos sete p

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70 forma de sistematização das informações, no sentido de resgatar as principais ideias para uma apreciação mais apurada dos mesmos. Além disso, real

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71 pesquisa através, de leituras “flutuantes”, da escolha dos documentos a serem analisados e da preparação do material. Nesta pesquisa denominamos e

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72 periódicos, contendo textos completos de artigos científicos de diversos países. Os idealizadores e representantes desse portal são: Fundação de A

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73 acessados na íntegra. A busca no portal de periódicos da CAPES aconteceu da seguinte maneira: após cadastramento, via usuário e senha foi realizad

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74 Quadro 3 - Artigos Científicos catalogados ANO DE PUBLICAÇÃO AUTORES TÍTULO 1 2002 ALVES, P. B; KOLLER, S. H; SILVA, A. S; SANTOS, C. L.; SILVA,

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75 14 2006 SARTORI, E. Trabalho infantil em Franca: um laboratório das lutas sociais em defesa da criança e do adolescente. 15 2007 KASSOUF, A. L.

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76 29 2010 ARTES, A. C. A.; CARVALHO, M. P. O trabalho como fator determinante da defasagem escolar dos meninos no Brasil: mito ou realidade? 30 201

Pagina 129 - >. Acesso em:

77 43 2012 ALBERTO, M. F. P.; BORGES, R. S.; PESSOA, M. C. B.; SOUSA, J. M. L.; ARAÚJO, P. F. M.; VAZ, R. O. F.; FARIAS, F. M.; MENDES, L. J. A. Prog

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Ao meu grande amigo Marcos Vinicius, por sua paciência e palavras de incentivo durante longos momentos de conversa, pela dedicação na leitura do meu

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78 Do mesmo modo iniciei as buscas pelas dissertações, as quais foram realizadas em portais diferentes. Como mencionei, no portal da CAPES tive acess

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79 7) Ano de defesa: 2002 a 2012; 8) Procurar. Constaram todas as dissertações refinadas, sendo assim realizei o mesmo processo dos artigos lendo

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80 Quadro 4 - Dissertações catalogadas ANO DE PUBLICAÇÃO AUTORES TÍTULO 1 2002 BLANDTT, L. S. Trabalho infanto-juvenil no uso do manguezal e a ed

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81 14 2006 LIMA, M. G. A. O trabalho infanto-juvenil rural em Goiás: os estudos de caso nas atividades do tomate e de carvoaria. 15 2006 MUNIZ, A.

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82 29 2008 ALMEIDA, G. E. G. A biopolítica dos Direitos Humanos. Uma reflexão a partir do Sistema de Integração Rural da Fumicultura. 30 2008 BARR

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83 44 2009 VIEIRA, M. G. Trabalho infantil no Brasil: questões culturais e políticas públicas. 45 2010 ARAUJO, C. M. G. A exploração da força de

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84 CAPÍTULO 4: ANÁLISE DAS PRODUÇÕES BIBLIOGRÁFICAS SOBRE O TRABALHO INFANTIL E EDUCAÇÃO Neste capítulo apresentaremos a análise geral dos dados col

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85 e 2005 com três publicações; 2003 com duas publicações; 2002 com uma publicação. Por fim, no ano de 2012 não foram encontradas dissertações lançad

Pagina 139 - INDÚSTRIA EXTRATIVA

86 2011 4 2012 0 Total 52 Fonte: Pesquisa de Campo, 2013. A Tabela 2 foi organizada por ordem de frequência e mostra os programas de pós-graduação (

Pagina 140 - INDÚSTRIA DE TRANSFORMAÇÃO

87 Em seguida, exibimos a Tabela 3 que apresenta as Universidade e Faculdades onde foram realizadas as pesquisas em nível de Pós-graduação. As instit

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Aos amigos e amigas de toda a vida que, de perto ou de longe, estiveram ao meu lado. Tenho admiração e respeito por todos. Saibam que estarão sempre

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88 Universidade do Estado da Bahia 2 Universidade do Vale do Itajaí 2 Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" 2 Univers

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89 Comunicação 1 Condições de vida 1 Conselho tutelar 1 Cornelius Castoriadis 1 Deliberação pública 1 Desempenho escolar 1 Divertimento e escola

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90 das publicações; por fim, a terceira corresponde a todas as palavras-chave descritas nos artigos, também organizadas por frequência. Na subseção “

Pagina 145 - CONSTRUÇÃO

91 2004 1 2005 1 2006 3 2007 2 2008 8 2009 3 2010 10 2011 5 2012 8 Total 50 Fonte: Pesquisa de Campo, 2013. A Tabela 6 apresenta em ordem decrescent

Pagina 146 - SAÚDE E SERVIÇOS SOCIAIS

92 Psicologia: Teoria e Pesquisa 1 2002 Revista de Economia Política 1 2008 Revista de Nutrição 1 2012 São Paulo em Perspectiva 1 2004 Sociedade Br

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93 Acesso à educação 1 Acumulação por 'despossessão' 1 Agricultura familiar 1 Agronegócio 1 Alcoolismo 1 Catadores de material recicláve

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94 4.2.2 Relações entre trabalho infantil, escola, processo de escolarização e educação. Nessa subseção apresentaremos as análises dos artigos com m

Pagina 149 - TODAS

95 Mattos, Motal e Dreyer (2008), Cruz e Assunção (2008), Cacciamali e Tatei (2008), Paludo e Koller (2008), Aquino et al. (2010), Marin (2010), Fons

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96 substancialmente os estudos ocasionado atraso escolar e baixo desenvolvimento intelectual. Vilela e Ferreira (2008) destacam que o trabalho preju

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97 Marques (2003) além de apresentar discussões relacionadas à concepção higienista, reflete sobre as atuais consequências do trabalho infantil a esc

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